Alimentar-se representa muito mais que apenas ingerir carboidratos, lipídios, proteinas, vitaminas e minerais. Significa relação social, afinal as pessoas comemoram, prazer, indulgencia etc. Neste Blog temos por objetivo discutir todas as faces dos nutrientes e como podemos estabelecer uma ingestão alimentar saudável sem abrir mão do prazer. Com isso pretendemos propor a você pequenas mudanças que farão diferenças importantes na sua vida, venha conosco.
Acabamos de voltar do congresso americano de medicina esportiva, entre as novidades, foi apresentada e discutida a relação entre saúde óssea, exercício físico e o uso de medicamentos para tratamento de osteoporose. Foi demonstrado que a maioria dos medicamentos utilizados no tratamento de osteoporose age na redução da ação de reabsorção do tecido ósseo e não na formação de tecido ósseo.
A melhora na densidade mineral óssea produzida com medicamento e com exercício físicos é praticamente a mesma, o que muda então? Porque indicar a atividade física ao invés de usar o medicamento já que ambos promovem a mesma melhora na densidade mineral óssea? A atividade física, apesar de promover a mesma melhora na densidade mineral óssea, promove aumento de força óssea contra a fratura maior que o medicamento. Isto é, com o exercício físico a quantidade de força necessária para promover a fratura do osso é muito maior do que se utilizando o medicamento. Isto provavelmente ocorre porque a força mecânica decorrente do exercício físico estimula formação óssea de maneira mais apropriada, mais distribuída e com melhor arquitetura. Além disto, a atividade física na infância promove maior densidade mineral óssea, na fase adulta auxilia a manutenção desta densidade e no envelhecimento retarda a redução da densidade mineral óssea.
A intensidade do exercício também é muito importante. Exercícios contra resistência como musculação mostraram ter pouco efeito na melhora da densidade mineral óssea, enquanto atividades com mais impacto como tênis, basquete, corrida, squash e etc são mais eficientes em promover força mecânica suficiente que estimule a melhora da densidade óssea.
Outro dado interessante apresentado foi a perda mineral óssea encontrada em ciclistas.
Referencias
Barry DE and Kohrt W J Bone Min Res, 23:484, 2008
Rubin CT,CAlcif Tissue Int, 1985, 37:411.
Turner, Exerc Spor Sci Rev, 2003, 31: 45.
Por Luciana O. P. Lancha às 07h56

Daqui há alguns anos deixaremos de ser um país de desnutridos para ser um país de obesos, as estatísticas apontam que a obesidade infantil é a que mais cresce no Brasil. Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009), do IBGE, indicam que, em 20 anos, os casos de obesidade mais do que quadruplicaram entre crianças de 5 a 9 anos, chegando a 16,6% entre os meninos e 11,8% entre as meninas.
Este cenário é grave e deve ser encarado como emergência por todos nós, ele é resultado de mudaças nos hábitos alimentares, ampla oferta de produtos hipercalóricos e menos atividades físicas nas horas de lazer.O fenômeno é preocupante também entre adolescentes de 10 a 19 anos, faixa de idade em que o excesso de peso gira em torno de 20%.
A solução todos nós conhecemos mas parece que apenas uma parcela da população vem aplicando. Precisamos que as crianças comam de maneira saudável, e literalmente, precisamos nos mexer e fazer com que elas se movimentem também.
É na infância que aprendemos a correr, saltar, arremessar, habilidades básicas motoras, e é nesta fase que nos divertimos muito fazendo isso. Entretanto, pra isso acontecer a criança deve ter a oportunidade, deve ter tempo e incentivo pra brincar e se mexer como ela tem tempo e incentivo pra ir à escola e fazer lição de casa, já que saúde e educação tem o mesmo peso de importância, certo?
O apoio dos pais é parte fundamental neste processo, se você é pai, mãe ou ainda vai ser lembre-se disso! A saúde do seu filho não depende apenas de protegê-lo dos resfriados e o futuro dele não depende apenas da escola que ele vai estudar. Ele precisa gostar de fazer atividade física, jogar bola, brincar de pega-pega, esconde-esconde, de nadar na piscina, no rio ou no mar, assim a chance dele ser um adulto saudável e feliz será maior.

Carla Di Pierro
Psicóloga do esporte
www.carladipierro.com.br
Por Carla di Piero às 19h15
Ana Carolina GarciaGraduação em Nutrição - USP, especialista em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Escola de EEFE - USP e especialista em Nutrição Humana Aplicada e Terapia Nutricional pelo IMeN. Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Antonio Herbert Lancha Jr.Graduação em Educação Física – USP Especialização em Fisiologia do Exercício – UNESP Mestrado e Doutorado em Nutrição Experimental – USP Pós- Doutorado em Medicina Interna – Washington University Professor Titular de Nutrição Aplicada à Atividade Física – USP Coordenador do Grupo de Nutrição do Vita Diretor da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Camila FreitasGraduação em Nutrição - USP
Pós-Graduação em Gastronomia
Responsável pela área de nutrição das academias Reebok (SP)
Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Carla di PierroGraduação em Psicologia - PUC SP
Especialização em Psicologia do Esporte - Instituto Sedes Sapientiae
Especialização em Clínica Analítico Comportamental - Núcleo Paradigma
Aprimoramento em Terapia Comportamental Cognitiva - Amban HCFMUSP
Psicóloga da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Desire F. CoelhoGraduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo
Graduação em Esporte - USP
Mestrado em Educação Física - USP
Doutoranda pelo Instituto de Ciências Biomédicas - USP
Aprimorando em Transtorno Alimentar pelo AMBULIM HC-FMUSP
Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Luciana O. P. LanchaGraduação em Nutrição e Esporte – USP Mestrado em Bioquímica – UNICAMP Doutorado em Ciências Biomédicas - USP Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Luiz Augusto Riani CostaGraduação em Medicina – UNICAMP
Pós-graduação em Medicina Esportiva e Fisiologia do Exercício – USP
Doutorando em Fisiopatologia – EEFE/HCFMUSP
Diretor Clínico do setor de Cardiologia dos Laboratórios
Diagnósticos da América (DASA)
Fisiologista do Vita
Médico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Marco D. LemeGraduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo
Graduação em Eng. de Alimentos - Instituto Mauá de Tecnologia
Nutricionista do Grupo de DOR - IOT HCFMUSP e da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Patrícia Campos-FerrazGraduação em Nutrição – USP
Mestrado em Ciências dos Alimentos – USP
Doutorado em Biologia Funcional e Molecular pela UNICAMP
Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida
Renata C. SardinhaGraduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo. Nutricionista do Bio Menu Congelados Saudáveis
Rodrigo FerrazGraduação em Educação Física - USP
Especialização em Treinamento Desportivo - UNIFESP/EPM
Especialista em Prevenção de Lesão e Treinamento em Pacientes Oncológicos
Preparador Físico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida