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Sobre o blog

Alimentar-se representa muito mais que apenas ingerir carboidratos, lipídios, proteinas, vitaminas e minerais. Significa relação social, afinal as pessoas comemoram, prazer, indulgencia etc. Neste Blog temos por objetivo discutir todas as faces dos nutrientes e como podemos estabelecer uma ingestão alimentar saudável sem abrir mão do prazer. Com isso pretendemos propor a você pequenas mudanças que farão diferenças importantes na sua vida, venha conosco.

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27/05/2011

Carnes vermelhas e risco de câncer aumentado

Uma das grandes recomendações dietéticas para longevidade e prevenção dos mais diversos tipos de cânceres, especialmente o colo retal, é a redução do consumo de carnes vermelhas (boi, porco e cordeiro) e carnes processadas (salames, salsichas, mortadela, lingüiças, bacon, presunto, peito de peru).

Você sabe por que esses alimentos, diferente dos peixes e aves, são tão prejudiciais para saúde? Veja algumas evidências:

- Nitritos e nitratos, substâncias usadas em carnes processadas, são potencialmente cancerígenos.

- Carnes vermelhas são ricas em ferro heme (tipo de ferro bem absorvido pelo organismo). Esse ferro pode gerar radicais livres no intestino e danificar as células. Carnes brancas têm menor conteúdo de ferro heme.

- Quando preparadas sob altas temperaturas, substâncias mutagênicas e carcinogênicas são produzidas.

 - Carnes vermelhas contêm grande quantidade de gordura saturada e há evidências de que esse tipo de lipídeo tenha forte relação com o aparecimento de certos cânceres.

Diante dessas informações, como consumir carnes vermelhas e processadas sem prejuízo à saúde?

- Reduza a freqüência desse tipo de alimento para cerca de 2 refeições por semana.

- Ao consumi-los escolha porções pequenas.

- Prefira carnes assadas e cozidas  às fritas e grelhadas, quando altas temperaturas são atingidas no momento da cocção. A defumação (exemplo do churrasco) também produz substâncias carcinogênicas.

Para saber mais:

A large prospective study of meat consumption and colorectal cancer risk: an investigation of potential mechanisms underlying this association. Amanda J. Cross, Leah M. Ferrucci, Adam Risch, Barry I . Graubard, Mary H. Ward, Yikyung Park, Albert R. Hollenbeck, Arthur Schatzkin, and Rashmi Sinha. Cancer Res. 2010 March 15; 70(6): 2406–2414.

 

American Cancer Society Guidelines on Nutrition and Physical Activity for Cancer Prevention: Reducing the Risk of Cancer With Healthy Food Choices and Physical Activity . Lawrence H. Kushi, ScD; Tim Byers, MD, MPH; Colleen Doyle, MS, RD; Elisa V. Bandera, MD, PhD; Marji McCullough, ScD, RD; Ted Gansler, MD, MBA; Kimberly S. Andrews; Michael J. Thun, MD, MS. CA Cancer J Clin 2006;56:254–281.

 

Por Camila Freitas às 23h34

23/05/2011

Água nos alimentos

Semana passada estava almoçando em um restaurante, quando meu amigo que estava por lá ofereceu um produto industrializado como sobremesa....

Como tinha comido esse produto muitos anos atrás, fui conferir a tabela nutricional, pois já não lembrava quais nutrientes, mais especificamente, quanta gordura tinha em sua composição. Para minha surpresa, ao somar macronutrientes, a porção de 50g, resultava 50,2g. Como isso é possível?


Ao ler um rotulo nutricional vocês tem senso critico? Pois não é a primeira vez que encontro erros...certa vez ao comer uma sanduíche de queijo cottage na academia, me deparei com um rotulo que afirmava ter 28g de proteína em 200g de sanduíche (queijo cottage tem aprox. 16 g de proteína em 100g – que era aprox. o que tinha no recheio), mesmo que o pão integral tenha proteína, para mim, é impossível acreditar.

 
Para quem não é familiarizado com tabelas nutricionais e composição quimica dos alimentos, sabemos q tirando óleo, açúcar, sal e poucos outros alimentos, a grande maioria apresenta ao menos 10% de água em sua formulação...aí a conta não fecha para alguns rótulos nutricionais.

 

Como saber quanto de água tem em uma alimento? Some carboidrato, proteína, gorduras totais e fibra, subtraia a porção do alimento. O que falta praticamente é tudo água, já que a soma de micronutrientes dificilmente será maior que 1g. Logicamente essa conta estará certa se o fabricante tiver declarado corretamente todos os nutrientes.
O interessante é saber que nos 2 casos citados, entrei em contato com os fabricantes e nada foi feito....Abs 

Por Marco D. Leme às 12h03

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Sobre os autores

Ana Carolina Garcia

Graduação em Nutrição - USP, especialista em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Escola de EEFE - USP e especialista em Nutrição Humana Aplicada e Terapia Nutricional pelo IMeN. Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Antonio Herbert Lancha Jr.

Graduação em Educação Física – USP Especialização em Fisiologia do Exercício – UNESP Mestrado e Doutorado em Nutrição Experimental – USP Pós- Doutorado em Medicina Interna – Washington University Professor Titular de Nutrição Aplicada à Atividade Física – USP Coordenador do Grupo de Nutrição do Vita Diretor da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Camila Freitas

Graduação em Nutrição - USP

Pós-Graduação em Gastronomia

Responsável pela área de nutrição das academias Reebok (SP)

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Carla di Pierro

Graduação em Psicologia - PUC SP

Especialização em Psicologia do Esporte - Instituto Sedes Sapientiae

Especialização em Clínica Analítico Comportamental - Núcleo Paradigma

Aprimoramento em Terapia Comportamental Cognitiva - Amban HCFMUSP

Psicóloga da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Desire F. Coelho

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo

Graduação em Esporte - USP

Mestrado em Educação Física - USP

Doutoranda pelo Instituto de Ciências Biomédicas - USP

Aprimorando em Transtorno Alimentar pelo AMBULIM HC-FMUSP

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Luciana O. P. Lancha

Graduação em Nutrição e Esporte – USP Mestrado em Bioquímica – UNICAMP Doutorado em Ciências Biomédicas - USP Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Luiz Augusto Riani Costa

Graduação em Medicina – UNICAMP

Pós-graduação em Medicina Esportiva e Fisiologia do Exercício – USP

Doutorando em Fisiopatologia – EEFE/HCFMUSP

Diretor Clínico do setor de Cardiologia dos Laboratórios

Diagnósticos da América (DASA)

Fisiologista do Vita

Médico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Marco D. Leme

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo

Graduação em Eng. de Alimentos - Instituto Mauá de Tecnologia

Nutricionista do Grupo de DOR - IOT HCFMUSP e da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Patrícia Campos-Ferraz

Graduação em Nutrição – USP

Mestrado em Ciências dos Alimentos – USP

Doutorado em Biologia Funcional e Molecular pela UNICAMP

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Renata C. Sardinha

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo. Nutricionista do Bio Menu Congelados Saudáveis


Rodrigo Ferraz

Graduação em Educação Física - USP

Especialização em Treinamento Desportivo - UNIFESP/EPM

Especialista em Prevenção de Lesão e Treinamento em Pacientes Oncológicos

Preparador Físico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida