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Sobre o blog

Alimentar-se representa muito mais que apenas ingerir carboidratos, lipídios, proteinas, vitaminas e minerais. Significa relação social, afinal as pessoas comemoram, prazer, indulgencia etc. Neste Blog temos por objetivo discutir todas as faces dos nutrientes e como podemos estabelecer uma ingestão alimentar saudável sem abrir mão do prazer. Com isso pretendemos propor a você pequenas mudanças que farão diferenças importantes na sua vida, venha conosco.

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04/03/2011

Carnaval na Praia?

Como grande parte dos brasileiros nesse momento você deve estar arrumando suas malas ou contando as horas para partir para o feriadão que se aproxima e, nesses dias, é muito comum ouvir dos pacientes depois que eles passam em consulta nutricional pedirem para “ganhar” mais algumas semanas para voltar ao retorno da consulta depois de um feriado como o Carnaval, por exemplo. Mas é importante salientar que existem diversas maneiras de se curtir o carnaval ou outro feriado qualquer sem ter que “Pisar na Jaca” (como eles dizem) completamente e perder parte dos resultados conquistados com seu esforço e disciplina.

Nas cidades litorâneas opções de substitutos dos lanchinhos não faltam. Ao invés de comer a fruta, barra ou iogurte do lanche, consuma picolés de frutas (com água), água de coco, milho verde (cuidado com manteiga e sal).

O importante é que a gente se faça algumas perguntas: Será que preciso comer o pastel da praia ou o acarajé ou posso comer um milho ou biscoito de polvilho? Será que preciso tomar aquele sorvete de chocolate que nem para refrescar muito ele ajuda ou posso tomar o de frutas?  Será que preciso ficar sentado o tempo todo na cadeira da praia tomando cerveja ou posso caminhar pela orla com uma boa conversa entre amigos?

Além disso, enquanto se bronzeia você pode caminhar pela praia, fazer uma corrida no final de tarde, nadar no mar, andar de bicicleta... Ah, e nesse carnaval não se esqueça de dançar muito, isso ajuda bastante também!

O mais importante disso tudo é que além de escolhas saudáveis você não perde em nada nos momentos junto com a família e amigos.

Enfim, opções não faltam! O que importa é qual escolha você quer fazer??

Até a próxima!

 

 

 

Por Desire F. Coelho às 10h32

28/02/2011

Os filhos que estão engordando demais

Outro dia um amigo me perguntou: O que eu faço com meu filho que está engordando demais? Esta pergunta deve ser a mesma para milhões de pais. O ponto mais importante nesta história é entender como isto funciona e quais são os fatores determinantes.

O primeiro ponto é entender que o organismo tenda estabelecer um ponto de equilíbrio. Este ponto é determinado de acordo com o consumo de energia e o gasto. Quando então tomamos como exemplo uma criança que vive em apartamento e apresenta pouca ou nenhuma atividade física sua necessidade energética fica bastante limitada. Outro ponto é o acesso e consumo de alimentos. Este consumo pode ocorrer por diversos fatores dos quais os emocionais são os mais relevantes. Para se ter uma idéia nos Estados Unidos existe uma expressão que define esta criança. Eles chamam de “couch potato”, batata de sofá. Isto porque as crianças se assemelham a batatas no formato e permanecem no sofá vendo TV.

 

            Para tentar reverter este quadro alguns cuidados devem ser tomados: os alimentos disponíveis para o consumo doméstico devem ser alimentos com reduzida concentração de gordura. Sempre que possível tentar substituir os alimentos mais freqüentes da casa por análogos de menor teor de gordura. Hoje no mercado brasileiro temos ótimos produtos com baixo teor de gordura e enriquecidos com as vitaminas necessárias (principalmente A e D que são solúveis em gordura) para que não ocorra um estado carencial.

É claro que as crianças precisam e devem comer chocolate, batata frita, sanduiches, mas para estes alimentos é preciso ter regras, por exemplo, apenas nos finais de semana. Outro ponto importante é em relação aos refrigerantes, não é porque eles não têm calorias que podem ser consumidos à vontade. Embora não engordem, o excesso de refrigerante traz vários prejuízos inclusive na calcificação óssea. O ideal também é deixá-los para os finais de semana, junto com a pipoca do cinema, ou com a pizza do domingo.

Outro ponto importante é a falta da atividade física. A criança deve ser estimulada até a adolescência a prática de diversas atividades. Ao contrário do que muitos pais imaginam não se deve especializar precocemente a criança. Aqueles pais que pensam no filho com seis anos um “craque” do futebol correm o risco de ter um filho com aversão ao esporte. Quão mais variados forem os estímulos, maiores serão as habilidades da criança. Além disso, olhando para o futuro desta criança ela poderá na idade adulta escolher a atividade que quiser para se manter saudável.

Agora não esqueça o mais importante: a criança repete grande parte das atitudes observadas nos pais! Por isso dê o exemplo, coma frutas e verduras na frente das crianças, faça atividade física de forma regular, não ingira refrigerante freqüentemente....

Referência:

Federal Food Policy And Childhood Obesity: A Solution Or Part Of The Problem?
Rachel Tolbert Kimbro and Elizabeth Rigby. Health Aff., Mar 2010; 29: 411 - 418.

Por Antonio Herbert Lancha Jr. às 08h31

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Sobre os autores

Ana Carolina Garcia

Graduação em Nutrição - USP, especialista em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Escola de EEFE - USP e especialista em Nutrição Humana Aplicada e Terapia Nutricional pelo IMeN. Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Antonio Herbert Lancha Jr.

Graduação em Educação Física – USP Especialização em Fisiologia do Exercício – UNESP Mestrado e Doutorado em Nutrição Experimental – USP Pós- Doutorado em Medicina Interna – Washington University Professor Titular de Nutrição Aplicada à Atividade Física – USP Coordenador do Grupo de Nutrição do Vita Diretor da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Camila Freitas

Graduação em Nutrição - USP

Pós-Graduação em Gastronomia

Responsável pela área de nutrição das academias Reebok (SP)

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Carla di Pierro

Graduação em Psicologia - PUC SP

Especialização em Psicologia do Esporte - Instituto Sedes Sapientiae

Especialização em Clínica Analítico Comportamental - Núcleo Paradigma

Aprimoramento em Terapia Comportamental Cognitiva - Amban HCFMUSP

Psicóloga da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Desire F. Coelho

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo

Graduação em Esporte - USP

Mestrado em Educação Física - USP

Doutoranda pelo Instituto de Ciências Biomédicas - USP

Aprimorando em Transtorno Alimentar pelo AMBULIM HC-FMUSP

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Luciana O. P. Lancha

Graduação em Nutrição e Esporte – USP Mestrado em Bioquímica – UNICAMP Doutorado em Ciências Biomédicas - USP Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Luiz Augusto Riani Costa

Graduação em Medicina – UNICAMP

Pós-graduação em Medicina Esportiva e Fisiologia do Exercício – USP

Doutorando em Fisiopatologia – EEFE/HCFMUSP

Diretor Clínico do setor de Cardiologia dos Laboratórios

Diagnósticos da América (DASA)

Fisiologista do Vita

Médico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Marco D. Leme

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo

Graduação em Eng. de Alimentos - Instituto Mauá de Tecnologia

Nutricionista do Grupo de DOR - IOT HCFMUSP e da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Patrícia Campos-Ferraz

Graduação em Nutrição – USP

Mestrado em Ciências dos Alimentos – USP

Doutorado em Biologia Funcional e Molecular pela UNICAMP

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Renata C. Sardinha

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo. Nutricionista do Bio Menu Congelados Saudáveis


Rodrigo Ferraz

Graduação em Educação Física - USP

Especialização em Treinamento Desportivo - UNIFESP/EPM

Especialista em Prevenção de Lesão e Treinamento em Pacientes Oncológicos

Preparador Físico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida